sexta-feira, 9 de março de 2012
Ficha Técnica Apistogramma Cacatuoide
- Apistogramma cacatuoides
- Nome Popular: Apistograma Cacatua, Apistograma Cacatuoides, Cockatoo cichlid
- Família: Cichlidae
- Distribuição: América do Sul; bacia do rio Amazonas e seus tributários no Ucayali, Amazonas, Solimões e Tabatinga.
- pH: 6.0 – 7.0 dureza: < 4 temperatura: 24º – 28ºC
- Tamanho adulto: 05 cm
- Sociabilidade: Pacífico, comunitário
- Manutenção: Fácil
- Zona do aquário: Fundo
- Aquário mínimo: 60cm x 30cm x 30cm (54 L), com bastante raízes e plantas formando refúgios
- Alimentação: Onívoro, essencialmente carnívoro. Aceitará alimentos secos sem dificuldades, especialmente granulados. Deve-se fornecer periodicamente alimentos vivos como larvas de insetos e artêmias.
- Características: Ao lado do Ramirezi, é o ciclídeo anão mais comum de se encontrar no comércio, devido a facilidade em sua reprodução e beleza. Existem algumas variações de cores como Amarelo, Duplo e Triplo Vermelho. Deve-se evitar criar mais de um macho no mesmo aquário, uma vez que são extremamente territorialistas entre eles. Seu nome popular (Cacatua, Cockatoo) se deve a similaridade de seu “topete” (raios dorsais) ao topete dos pássaros do gênero Cacatua da família Cacatuidae.
- Reprodução: Ovíparo, disseminador de substrato ou objetos, pais cuidam da progênie.
Ficha por: Edson Rechi
Foto(s): Arthur Favaro, Daniel Soler
Ficha Técnica Kribensis
- Pelvicachromis kribensis
- Nome Popular: Kribensis
- Família: Cichlidae
- Distribuição: África Central na bacia do rio Cross e oeste de Camarões, África Ocidental, a partir do sudoeste da Nigéria para a bacia do Rio Cross.
- pH: 5.0-8.0 dureza: 0-20 temperatura: 24-28°C salinidade: 1.000 – 1.005
- Tamanho adulto: 10 cm (machos) 7.5 cm (fêmeas)
- Sociabilidade: Pacífico, mas territorial quando se reproduz
- Manutenção: Fácil
- Zona do aquário: Meio
- Aquário mínimo: 70cm X 30cm X 30cm (63 L)
- Alimentação: Onívoro. Descreva os alimentos mais aceitos.
- Características: Uma das espécies mais comuns e populares ciclídeos no hobby, a grande maioria dos Kribensis (muitas vezes chamado simplesmente de "Krib" por aquaristas muitos) visto no passatempo hoje são criadas em cativeiro e são muito mais adaptáveis em termos da química da água do que os peixes selvagens. Eles também tendem a ser menos agressivos quando reproduzem. Uma variedade albina está disponível e é bastante popular. Este peixe é uma das melhores escolhas para os iniciantes tanto como ciclídeo como peixe reprodutor, sendo de um tamanho razoável, divertido de assistir, boa aparência e facilmente criado. Foi um dos favoritos desde a sua introdução ao hobby em 1950 e sua popularidade está assegurada por muitos anos vindouros.
- Reprodução: Ovíparo. Machos são maiores que as fêmeas, e possuem a ponta da nadadeira dorsal mais desenvolvida. Fêmeas possuem a barriga com a tonalidade magenta. Muito fácil. Desova em cavernas. O Kribensis é frequentemente o primeiro peixe reproduzido pelos novatos no hobby, pois desova com frequência no aquário comunitário. Os pares de peixe monogâmico e forma a melhor maneira de obter um par é para comprar um grupo de 6 ou mais peixes jovens e criá-los, permitindo que o emparelhamento ocorra naturalmente. Não há garantias de que simplesmente comprar um macho e uma fêmea irá resultar em um par compatível, e pode resultar na morte de um parceiro relutante. Se você optar por comprar um único par, selecione o maior macho e fêmea mais colorida do tanque do vendedor. O tanque deve ser configurado como acima, com uma temperatura de 23-27° C e pH 6.5-7.0. Esses parâmetros tendem a garantir uma distribuição relativamente uniforme entre os sexos dentro da ninhada. Se a água for muito alcalina a ninhada tende a ser maioritariamente do sexo masculino, muito ácida e o oposto é verdadeiro. Certifique-se de fornecer a abundância de cavernas para atuar como potenciais locais de desova (vasos de barro revolvido com um pequeno pedaço da borda removida funciona particularmente bem). Filtração através de uma pedra porosa movida a ar ou similar é preferível. Para a melhor taxa de sobrevivência não acrescente qualquer espécie de fundo outros habitação, particularmente o peixe-gato, pois podem predam os filhotes ou ovos. No entanto "dither fishes" na forma de cardumes de tetras, rasboras, etc. fazem muito bem e vão fazer o casal menos tímido. Condicione os adultos com uma dieta rica em alimentos vivos, congelados e secos e a desova deve ocorrer na maioria das circunstâncias. O primeiro sinal de que uma desova pode acontecer é uma intensificação na cor de ambos os peixes, mas especialmente o fêmea. Sua barriga vai escurecer, adquirindo uma coloração roxa profunda. Geralmente é ela quem inicia a desova, dançando na frente do macho e exibindo sua barriga roxa para seduzi-lo para desovar com ela. Quando estiver pronto, o par escolher uma caverna em que a desova ou cavar um se sob um pedaço de decoração. Eles podem então desaparecer por vários dias. Durante a desova em si até 300 ovos são geralmente colocadas sobre o teto ou na parede da caverna selecionado. A fêmea os vigia enquanto o macho defende o território contra intrusos. Os ovos eclodem em 2-3 dias com as crias tornando-se livre natantes após 7-8 dias. Este é frequentemente o ponto em que o aquarista desavisado descobre que seus peixes reproduziram, já que os filhotes saem da caverna em massa, guardados por ambos os pais. É maravilhoso ver os filhotes sendo conduzido em torno do tanque pelos pais. Crias desgarradas são levadas para a boca de um dos pais e cuspidas de volta ao grupo principal. O par deve agora ser visto com cuidado, já que algumas fêmeas podem expulsar o parceiro. Os alevinos são grandes o suficiente para aceitar náuplios de artêmia ou microvermes como primeiro alimento, e também navegar nas algas e detritos. Eles devem ser deixados com os pais até que os sinais da próxima desova sejam vistos ou os machos em particular tornarem-se agressivos com a parceira.
Ficha por: João Victor Lucas (em construção)
Fotos: Rafael Compassi
Fonte: http://www.forumaquario.com.br/portal/
Ficha Técnica Xadrezinho
- Dicrossus filamentosus
- Nome Popular: Xadrezinho cauda de Lira, Checkerboard Cichlid
- Família: Cichlidae
- Distribuição: América do Sul, originário da bacia amazônica, pode ser encontrado no Brasil pelo próprio rio Amazonas e no rio Negro; também na bacia do Orinoco desde o rio Irínida na Colômbia até o rio Maripa na Venezuela.
- pH: 5.0 – 7.0 dureza: < 4 temperatura: 26º-30º C
- Tamanho adulto: 6 cm (machos) 4 cm (fêmeas)
- Sociabilidade: Relativamente pacífico, irá se defender contra companheiros mais agressivos. Mantenha em um comunitário com outros peixes igualmente pacíficos.
- Manutenção: Fácil
- Zona do aquário: Fundo
- Aquário mínimo: 60cm x 30cm x 45cm (71 L) Necessitam de um aquário bem plantado, com pouca corrente e esconderijos abundantes. Gostam de água negra, se puder coloque turfa no filtro.
- Alimentação: Onívoro. Sua comida preferida são larvas de insetos e vermes, em aquários você deve proporcionar comida viva ou congelada, como artêmia, bloodworms, larvas de moscas das frutas, embora aceitem perfeitamente comida seca.
- Características: Dicrossus Filamentosa fez parte do gênero Crenicara, mas agora compartilha o gênero Dicrossus com mais três espécies, sendo delas a mais conhecida, o Xadrezinho Cauda de Espada, Dicrossus maculata. As duas espécies são similares, mas D. maculata não possui a cauda de lira do D. filamentosa. Alguns dizem, no entanto, que o D. maculata possui a coloração do corpo mais marcante que a do já estonteante D. filamentosa. Estes peixes não são impossíveis de encontrar, mas não estão facilmente disponíveis em lojas locais de peixes. São peixes sensíveis á mudanças bruscas de água.
- Reprodução: Ovíparo. Os machos são ligeramente maiores, com a barbatana caudal em forma de lira, con os raios extremos muito mais alargados e mais coloridos que os demais. As fêmeas, menores, carecem dos reflexos vermelhos e azuis pelo corpo e barbatanas, e possuem a barbatana caudal arredondada. A maioria das fêmeas que já reproduziu, possui as barbatanas ventrais alaranjadas, mas as fêmeas do rio Orinoco continuam com as barbatanas transparentes. Peixes polígamos, põem os ovos no substrato, sobre uma pedra plana ou num tronco. É a fêmea que se encarrega de eleger o lugar adeqado para a postura e de limpá-lo completamente. Uma vez realizada a postura es la hembra la que se encarrega do cuidado dos ovos e da proteção das crías,podend se indispor com o macho, sendo que se você não possuir um aquário grande, pode retirá-lo sem nenhum problema. Os ovos (cerca de 120) são de cor amarelada e a eclosão acontece 3 dias após a postura. Os alevinos devem ser alimentados com náuplios de artêmia. Na época de reprodução eles perdem o padrão de manchas que confere a esta espécie o seu nome comum, esta série de preto e branco que lhes dá parecer um tabuleiro de xadrez, mostrando uma linha preta horizontal contínua, semelhante à linha típica dos Apistogramas, fazendo com que este peixe esbanje vivacidade e cores. Se quiser obter êxito na reprodução desta espécie, deve proporcionar uma água em perfeitas condições, pH entre 5 e 5.5, uma condutividade de 20 microsiemens (GH 0), temperatura elevada, cerca de 28º C, e compostos nitrogenados totalmente igual a zero.
Ficha por: João Victor Lucas
Foto(s): Sérgio K. Saruwataru, Matheus Camboim
Fonte: http://www.forumaquario.com.br/portal/
Ficha Técnica Papilocromis

- Mikrogeophagus altispinosus
- Nome Popular: Altispinosa, Papilocromis, Ramirezi da Bolívia, Bolivian Ram.
- Família: Cichlidae
- Distribuição: América do Sul. Bacia do Amazonas, no Brasil e Bolívia. Rios Mamoré e Guaporé
- pH: 6.4 – 7.5 Dureza: 6 - 10 Temperatura: 22º – 28ºC Temperatura de reprodução: 27º - 28º
- Tamanho adulto: Machos 9 cm e fêmeas ligeiramente menores. ( comum 8 cm )
- Sociabilidade: Pacífico, comunitário. Um pouco territoriais com os da mesma espécie, mas nula com outras.
- Manutenção: Fácil
- Zona do aquário: Fundo
- Aquário mínimo: 60 litros tratando-se de um casal. Para um macho e uma fêmea ( não casal ) ou dois machos deverá ter no mínimo 80 litros.
- Alimentação: Onívoro, come de quase tudo, comida congelada, alimentos vivos, flocos e grânulos.
- Características: Ciclídeo muito pacífico e de cuidados fáceis, e exige menos que o famoso Ramirezi. Quando formam casal, defendem juntos seu território. Quando o peixe está estressado, surgem listras verticais no corpo. Adora viver em busca de alimento, abocanhando tudo que encontra próximo ao substrato e plantas. Nada aos poucos e dá umas paradas, eriçando a sua nadadeira dorsal.
- Reprodução: Ovíparo, desovam prefencialmente em seixos, os pais cuidam dos filhotes que nascem entre 48 e 72 horas após a desova.
- Dimorfismo Sexual: Um tanto difícil de distinguir. Quando adultos, o macho apresenta as nadadeiras mais longas e é mais colorido. As fêmeas possuem a cabeça mais curvada


Ficha por: Arthur Favaro Linhares (em construção)
Fotos: Arthur Favaro Linhares
Fonte: http://www.forumaquario.com.br/portal/
Ficha Técnica Ramirezi
- Mikrogeophagus ramirezi
- Nome Popular: Ramirezi, Ram cichlid
- Família: Cichlidae
- Distribuição: América do Sul; Bacia do Rio Orinoco, Venezuela e Colômbia
- pH: 5.0 – 6.0 dureza: < 4 temperatura: 26º – 30ºC
- Tamanho adulto: 4 cm
- Sociabilidade: Pacífico, comunitário
- Manutenção: Fácil
- Zona do aquário: Fundo
- Aquário mínimo: 50cm x 30cm x 30cm (45 L)
- Alimentação: Onívoro, essencialmente carnívoro, micro-predador. Embora aceita alimentos comerciais, é essencial o fornecimento de alimentos vivos como artêmia salina, larvas, etc.
- Características: Espécie utilizada em estudos científicos, é bastante popular na aquariofilia. Extremamente pacífico, está entre os ciclídeos anões mais calmos.
- Uma de suas particularidades é que raramente vivem mais do que 3 anos, sendo encontrado nas lojas normalmente com 6 meses a 1 ano de idade ou pouco mais. Possui basicamente coloração azul e dourado, sendo extremamente atraente e seu gênero apresenta somente duas espécie. Recentemente tem surgido variedades de Ram como os balões e nadadeira véu. Recomendo que evite adquirir a variedade balão, uma vez que esta variedade claramente sofrem com a bexiga natatória e problemas digestivos, devido a forma do corpo apertado e seu efeito sobre os órgãos internos, diminuindo ainda mais a expectativa de vida do peixe.
- Reprodução: Ovíparo, disseminador de objetos (plantas, troncos, rochas), pais cuidam da progênie. Machos são ligeiramente maiores e mais coloridos que as fêmeas. Nadadeiras pélvicas são maiores e nadadeira dorsal mais longa e negra nos machos. Fêmeas apresentam coloração rosada próximo a barriga quando maduras sexualmente.
Ficha por: Edson Rechi
Foto(s): Bruno Salvini, André Café
Fonte: http://www.forumaquario.com.br/portal/
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